domingo, 4 de setembro de 2016

Carpe Diem







A verdade é que estamos lutando,
Como você pode começar,
Para o fornecimento de um sonho.
Nós vamos destruir a nossa  

Própria segurança?

Lutar, eu sei que às vezes é
Doloroso demais!
Mais uma vez, a merda que dizem
Representa um corvo na minha janela,

Ou o próprio Edgar Allan Poe...
Ele é, na minha opinião, para sempre,
Já ela, para mim, não existe,

O Busto de Pallas,

Porque ele pode ficar,

Ela não!


Eu serei amaldiçoado se há algo a mudar
Sua vida, para a direita
E na direção certa?
Preciso ir na rodada doce,

Dose única de preocupação!


Eu sonho, eu sei que às vezes
É doloroso demais.
(No entanto, o seu valor fica!)


Bendito corvo que me libertou
De minhas prisões!
Ele começou a flutuar,

Um tipo inteiramente novo

De objeto no chão,

Ao redor da Deusa Grega

Em sua sabedoria...

Eros, doce amargo...

Eros, o que nos dá sofrimento...

Eros, tecelão de mitos...

Eros, o Deus da astúcia

Que tece as palavras...



Galo vermelho, red rooester...

Blue moon, lua azul...

Porvir, seco, antigo...

Eu pertenci a geração on the fly,

Vivendo dinamicamente,

Às pressas, sempre mudando...

Derradeiro, pretérito, último!













Carlos Reis, 04/09/2016 - RJ

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