A verdade é que estamos lutando,
Como você pode começar,
Para o fornecimento de um sonho.
Nós vamos destruir a nossa
Própria segurança?
Lutar, eu sei que às vezes é
Doloroso demais!
Mais uma vez, a merda que dizem
Mais uma vez, a merda que dizem
Representa um corvo na minha janela,
Ou o
próprio Edgar Allan Poe...
Ele é, na minha opinião, para sempre,
Já ela, para mim, não existe,
O Busto de
Pallas,
Porque ele
pode ficar,
Ela não!
Eu serei amaldiçoado se há algo a mudar
Sua vida, para a direita
E na direção
certa?
Preciso ir na rodada doce,
Dose única
de preocupação!
Eu sonho, eu sei que às vezes
É doloroso demais.
(No entanto, o seu valor fica!)
Bendito corvo que me libertou
Bendito corvo que me libertou
De minhas prisões!
Ele começou a flutuar,
Um tipo
inteiramente novo
De objeto
no chão,
Ao redor
da Deusa Grega
Em sua
sabedoria...
Eros, doce
amargo...
Eros, o
que nos dá sofrimento...
Eros,
tecelão de mitos...
Eros, o
Deus da astúcia
Que tece
as palavras...
Galo
vermelho, red rooester...
Blue moon,
lua azul...
Porvir,
seco, antigo...
Eu pertenci a geração on the
fly,
Vivendo dinamicamente,
Vivendo dinamicamente,
Às
pressas, sempre mudando...
Derradeiro,
pretérito, último!
Carlos
Reis, 04/09/2016 - RJ