
Eu posso
escrever agora a linha de hoje à noite.
Por exemplo,
eles escrevem: "Noite de chuva antiga,
No azul do céu, estrelas à distância. "
O vento da
noite gira no céu, ela vai cantar.
Eu posso
escrever agora a linha de hoje à noite.
Eu a amo a
vida, e às vezes eu a amava.
Em uma tal noite eu a segurei em meus braços.
Estou sob o
céu infinito, ela beijou-me muitas vezes...
Às vezes o
que eu amo, ama-me.
Eu posso
escrever agora a linha de hoje à noite.
Acho que não
sinto que eu a perdi.
E um poema
cai na alma como o orvalho para se colocar em cima da grama.
Meu amor,
onde você está não pode aguentar-me mais.
Esta noite,
ela não está comigo.
É isso aí.
Alguém cantando à distância. Bem à distância.
Minha alma
não está feliz em perdê-la.
Como você ir
lá para olhar os meus olhos?
Minha mente,
ela não está comigo, pois deve estar com ela.
É o mesmo
branquejar na madeira, na mesma noite.
Ambos, nós dois, portanto, não somos mais os mesmos.
Eu a amo de
verdade, mas eu gosto de um monte de gente.
Sua voz é
pesquisada no vento para tocar o meu ouvido.
A partir
daí, outras semelhantes. Da mesma forma que antes de meus beijos.
Sua voz, seu
corpo de luz. Seu olhar no infinito.
Na verdade,
você não tem que me amar, pois talvez eu a amo.
Esquecemo-nos
muito, mas eu gosto de nos lembrar também.
Carlos Reis,
30/01/2016 Santa Cruz/RJ
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