sexta-feira, 28 de agosto de 2015

ESPERE









E onde ela se sentou, afinal?
Apesar de acontecer a esperança,
A noite estava me traindo, eu não sei.
O silêncio é claro a partir da memória...
E, diante de minha visão, a sombra que assombra!
Sobremaneira, engula o que  escapar...
Somente  ouvi, não tenho nada a dizer!


Na minha frente, arcos e  vitrais.
Digite o hóspede anterior no caderno certo.
Por favor, consulte-o! Parece  que é o seu sorriso
Que inspira por onça nesta manhã de incerteza!



Para não ser descoberto até agora
Devo  encorajar-me!
São minhas essas deficiências de controle da dor...




Carlos Reis, 28/08/2015     RJ

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