sábado, 18 de abril de 2015

Paixão Dilacerada






Para ser ouvido na presença dessa manhã,
Tenho que ter no peito a sensação do teu carinho...
Qual é o teu Caminho, o teu  número?...
Vou me perguntando,  ao longo do caminho.

Em minha alma, para ter a sua organização,
Tenho que me preparar, contigo, e em cima de sua cama,
Para que, abaixo, na parte da tarde, você não me veja mais sozinho...
Te darei flores, luz! Eu posso tudo ajustar, para enfim ouvir você dizer que me ama!

À nova joia, estrela da manhã, em comissão maravilhada,
De Joelhos, ou de alguma forma complacente,
No caminho poderá cair, infelizmente, a minha paixão dilacerada!

Tome um beijo, para expandir teus olhos à palidez da lua!
Acene, de forma mais formosa do teu corpo ... Tua beldade!
Brilhem as palavras originais, no meu poema...
Acendendo a saudade pequena, à procura tua,
E eu vou dormir na noite a sua idade,
Envolto na bruma da saudade nua!

Carlos Reis, 18/04/2015  -  Santa Cruz/RJ

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