quarta-feira, 3 de setembro de 2014

Flor Luxuosa







Hoje em dia, elogiar é perigoso...
Eu atravesso o odor dos normais,
Tenho um quarto nobre neste tipo de lugar,
Onde a neve do metal e os gestos delicados
De um rapaz formam o meu habitat natural!

Se não for por falta de luz, mas também
Se não há nada certo ou desafiante...
Quantas vezes, em meu passado,
Eu vi a verdade solene
Impor seu aspecto higiênico e complicado! ...

Eu desenhei um tesouro... Mesmo que todos
Deitem sobre mim seu ar pensativo,
Sua voz sempre terá um aspecto de ouro branco.
Então, never! - registro claro disso!

Oh! Como eu era fascinado o tanto que me estonteia ...
E é, mas a diferença está à mercê de seu tamanho,
Se necessário, à moda feminina,
Assim, é mais elevada, tal como a morte tranquila! ...

Quando cheguei com ela ontem, achei:
É o espírito de mim.
A morte de uma mulher, sozinha para sempre,
É o piso da música apertada!

A expressão de seus jogos, como a incineração,
Para iluminar os demônios, Arcanjos...
Como em um filme, após ser gravemente ferido,
Tentar acariciar e tratar do seu cabelo!

Mesmo. Mantenha gelo para os cônjuges,
E quando eu for te beijar, mostrar suas mãos,
Orgulhoso e com diplomacia falar:
Ana da Áustria, demonstre-me suas salas!

Finalmente, fui para a reputação de arrogante...
Não sorria, impressione, seja forte;
Eu tentei mesclar as próprias chamadas
Do seu coração, que era brilhante e selvagem.

No entanto, não se afoite mi Lady, tenha em mente
Este bárbaro que finalmente chegou a seus pés!
Eu, que fui humilhado durante a noite,
A fim de me vingar de uma faca afiada,
Por fim sonharei a seu lado...

Então, um dia, Flor Luxuosa,
Depois de engolir um cetim azul,
 Eu, degenerado e absolutamente doido,
Vá com minha ilusão errada
Fugir das coisas de Deus,
Para contigo dormir para sempre, altas noites,
Sem saber que não ha mais vida e nem orgias
Para se viver amanhã.




Carlos Reis, 03/09/2014 -  Rio de Janeiro/2014

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