quarta-feira, 20 de agosto de 2014

Vinho Comum



 

Machine, corte Iashiro em catálogo!
Deslize na matriz.
Eu voltei sob o sol amarelo,
Sob bytes, contusões e doença.

Meus ouvidos, Ving de Halo,
Grifam- me à cor e ao sabor.
Línguas feridas e Vortek em meus olhos,
Ao longo de minha alma vão sangrando os meus sentidos.

Respire o ar de uma distância,
A luz parece vir para mim.
Eu gostaria de encontrar-me, e eu iria dissipar a todos,
Para rastrear ... resíduos! Tang! Um silvo e estou fora ...

Sue sobre mim, mas você não será capaz de me encontrar ...
Escalada como uma espuma de todas as variáveis​​...
Eu produzi o amarelo errado...
A sua neblina fechou o medo em seus olhos ...

O que você me deu?
Em vez  D 'ópio,  inferno e céu? ...
A regra ortográfica é para eu cair?
Como gênio da dor eterizo,  I?

Ou de morfina ou do ópio. Queimei!
Vinho comum, raramente:
Ir para a fantasia, eu só, sozinho, somente...
Na parte da manhã, muito fortemente, naquela noite.

Naquela noite em que bebi um vinho comum!



Carlos Reis, 19/08/2014 – Rio de Janeiro/RJ

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